A próxima versão do Firefox representa uma mudança tão drástica que a Mozilla decidiu ignorar sua numeração — que é 57 — e chamá-la de Firefox Quantum.

O navegador foi todo redesenhado, tanto em termos de comportamento quanto no que se refere a design, e a Mozilla garante que ele é mais eficiente do que o que se encontra pelo mercado. O próprio Firefox ficou lento perto do Quantum, já que a nova versão é duas vezes mais veloz que a que estava disponível há um ano.

Há mais de um truque por trás dessas afirmações, mas o principal é que a Mozilla desenvolveu um método que faz o Quantum rodar em vários núcleos de uma CPU em vez de confiar no desenrolar de uma única e morosa sequência, como acontece atualmente. Há um novo motor CSS, escrito em Rust, que tira proveito disso, operando paralelamente em núcleos diferentes.

Além disso, também mudou o comportamento das abas. A que estiver ativa tem total atenção em termos de carregamento, e o navegador prioriza abas por ordem de importância, prestando atenção àquelas que estiverem sendo usadas mais frequentemente.

Esses são recursos que vêm sendo testado há meses. Com o apoio da sua comunidade de desenvolvedores, a Mozilla conseguiu eliminar nada menos do que 468 problemas que contribuíam para tornar o navegador lento.

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